sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Cafés alugam gatos no Japão


Está estressado? Que tal tomar um café e fazer cafuné em um gato? No Japão, uma nova onda já faz sucesso: são os "Cat Cafes". Neles, o cliente pode relaxar tomando um chá e brincando
com alguns bichanos.
Segundo o site da rede ABC, os clientes pagam cerca de US$ 8 a US$12 para passar uma hora em um desses estabelecimentos. "É um jeito de relaxar e me livrar do estresse", disse Tetsunori Oda, um engenheiro de sistemas que frequenta o Neko JaLaLa (Neko é gato em japonês), um café que fica no bairro de Akihabara, em Tóquio, e tem oitos gatos para recepcionar os clientes cansados.
O que fazem os frequentadores destes cafés? Acariciam os bichanos, tiram fotos ou simplesmente observam. Para os alérgicos a gato, a boa notícia é que os cafés estão sempre com um aspirador de pó por perto.
(Yahoo! Noticias Brasil)

(a foto ao lado é de um de nossos gatos. Luna é o nome dela! Caso alguém queira, podemos negociar um valor pra alguns momentos de cafuné - rs)

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Não deixe o circo pegar fogo! (publicado no Diário de Guarapuava e do Sudoeste)

Me lembro uma vez em que eu entrevistava candidatas pra trabalhar conosco. Uma delas, uma senhora, quando abri a porta passou em cima do jornal que o entregador tinha deixado na soleira da porta logo cedo e entrou. Repito, passou por cima do jornal literalmente e entrou. Não acreditei, pensei em pedir pra ela nem entrar e cancelar a entrevista...
Esse episódio reporta ao que hoje as empresas buscam, que é a chamada competência (soma do conhecimento, atitude e habilidade – CHA) e o que acontece com os talentos internos de uma organização.
O total descomprometimento da candidata que citei, esbarra com certeza na Atitude. No mínimo uma gentileza em juntar o jornal nem que fosse pra impressionar na entrevista...(talvez tenha pensado que era um capacho de entrada – olha que não tinha pensado nessa opção!).
Em recente pesquisa com focus groups que realizei com empresários, gerentes de pessoas, headhunters e profissionais liberais, a queixa era unânime: o que as empresas mais precisam, independentes do conhecimento, é a atitude de seus colaboradores!!
Sempre refleti que um colaborador não entrega seu trabalho por dois motivos: porque não sabe – imediatamente ofereça treinamento (conhecimento); ou porque não quer (atitude) – passe-o pra outro setor, mas de uma forma responsável analisando onde pode contribuir. Em últimos casos demita, pois uma pessoa desmotivada ou pior ainda, motivada na contramão das estratégias da empresa é a pior encrenca. Hoje os pesquisadores de comportamento e gerentes de pessoas já detectam outra situação, que é o conhecimento, mas com o boicote na entrega. Atitude em falta! O colaborador conhece, tem habilidade, mas por algum motivo, boicota a entrega!
Os gestores de empresas de qualquer porte têm que estar atentos verdadeiramente com seus colaboradores. Não adianta somente no final do ano ou agora, no início, fazer discurso, chorar, abraçar e em menos de dois meses, cobrar metas inatingíveis ou ser incoerente entre o que fala e o que faz.
Motivação é de dentro, é pertencer, é saber qual sua função e importância na engrenagem e resultado dos negócios. O reconhecimento, o encorajamento pra correr riscos, orientar e apoiar no ajuste dos rumos, têm que fazer parte da cultura da empresa.
Não adianta investir em brindes pros clientes, publicidade, etc, etc, e se esquecer do principal que são seus colaboradores. Um bom planejamento interno e uma boa comunicação interna são pontes para que as pessoas cheguem mais rápidas, seguras e felizes aos resultados planejados. Mas tudo planejado, não de forma aleatória ou somente quando o circo já está pegando fogo!
(foi publicado nos Diário de Guarapuava e do Sudoeste em janeiro 2009)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009