segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Associativismo - negociar é plural

Não tem mais volta, não tem como agir sozinho. Foi-se o tempo em que se dava crédito aos grandes feitos a uma pessoa. Luz, Thomas Edison; avião, Santos Dumont. Hoje é a equipe que descobriu o genoma humano, é a equipe que desenvolve tratamento de câncer. O crédito não é mais individual e nem mesmo o líder empresarial não deixa de citar sua equipe quando alcança resultado em seus negócios.
Em épocas de negociações globais em que se exige transparência, formas inovadoras de negociação e ampliação de rede de contatos, não tem como não se levar em conta a importância do associativismo.
Em todas as áreas a ordem do dia é fazer parcerias. Há muito tempo já se observa essa experiência e os bons resultados colhidos. Uma empresa de qualquer segmento terá muito mais força se conseguir modificar e melhorar seu setor além de benefícios para si. Ou seja, além de melhorar sua organização, é preciso lutar para melhorias coletivas, pois isso resulta em um mercado mais fortalecido.
Mesmo em exportação, os projetos são mais aceitos e ampliados quando a proposta é de um nicho de mercado e não somente uma organização isoladamente tentar negociar com o mercado internacional.
Em um processo associativo a concorrência de mercado continua, porém o ambiente onde essa concorrência acontece considero como mais ético e competitivo, porque existe a participação coletiva nas decisões e planejamentos. Num ambiente de lazer, onde o serviço é medido pela satisfação do cliente, por exemplo, os detalhes são importantes e a força do setor significa muito. A melhoria da infraestrutura de sua organização não terá bons resultados se não houver um projeto associativo que lute por melhorar a infraestrutura rodoviária ou sanitária, por exemplo. Pode até ter resultados, mas o esforço para alcançá-lo é muito maior e desgastante.

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